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Leituras minhas

por Amarelinha, em 07.09.22

É comum eu ler dois livros ao mesmo tempo.

Prosa: “A amante”, de James Patterson

Gostei. Foi o primeiro livro, deste senhor, que eu li. Não será o último.

Ressuscitei aquela ânsia de ler, aquele aproveitar qualquer tempinho livre. Tirou-me de um tédio que se instalara. Uma rotina básica. Acordou-me.

Poesia: “Poemas Escolhidos” de Pedro Mexia.

Gosto de ler poesia antes de dormir. É ótimo. Acaba-se um poema. Fecha-se o livro. No dia seguinte um poema diferente esperar-nos-á.

Mas com este livro tive de mudar de estratégia. Exige maior atenção. Dorminhoca, às vezes não entendia o que lia. Tinha que recuar umas páginas, quando recomeçava a ler.

Coloquei apenas três pestaninhas coloridas, o que é pouco. Causou-me alguma estranheza que este conjunto, o seja, por escolha feita pelo próprio escritor. Escapou-me a razão da sua seleção.

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Confesso que me dói ler poesia de pessoas bem-sucedidas nestes terrenos da literatura. Dói-me porque me sinto injustiçada. Sinto que lhes foram abertas todas as portas, mas que elas não abrem nenhuma aos que vêm a seguir.

Enviei um livro meu à Tinta da China, tentando que me ajudassem a publicá-lo. Foi parar às mãos de Pedro Mexia. (Foi o que me responderam.) Mas parece ter caído na gaveta dos fundos, ou num caixote de lixo. Nem resposta, nem opinião sobre o conteúdo. Nada!

A atenção dada ao que ele escreve, é uma via de sentido único.

Mexia.jpg

publicado às 17:55

Gostos

por Amarelinha, em 25.05.22

Ando a ler o "Coro da Desordem". Não posso dizer que esteja a gostar muito, mas já destaquei dois poemas que cativaram a minha atenção. Vou aqui deixar o meu preferido.

Percorrendo aquele imenso e belo campo metafórico, surpreende-me a forma como o autor interpreta/lê as mulheres.  Não me é confortável aquele enfoque. Talvez o leitor masculino usufrua melhor daquela abordagem.

Posto isto, deixo o poema:

Nuno Júdice, Coro da Desordem, Tertúlia Pessoana

 

 

publicado às 18:30


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