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Descobrir autores novos

por Amarelinha, em 08.06.22
Por alturas da Feira do Livro de 2021, dei comigo a decidir só comprar poesia e, importante, de autores do presente. Gente viva, com nome feito, mas para mim desconhecida.
Fiz umas pesquisas na internet e um dos nomes que me interessou foi João Luís Barreto Guimarães.
Terminei ontem um dos livros dele: “Movimento”. Tem colocadas uma porção de pestaninhas coloridas, o que indica que gostei bastante do que li. 
Não sei se o senhor concordará comigo, mas eu considero-o ao nível de José Gomes Ferreira, e até o arrumo na mesma “gaveta” do meu cérebro. É uma associação pela positiva.
(E, diga-se, eu gosto muito do que escreveu José Gomes Ferreira. Tanto que procuro os livros dele em alfarrabistas. É-me estranho que não haja para com este escritor o mesmo tratamento que outros têm. Não há reedições.)
Deixo apenas os versos que finalizam o poema “Hotéis decadentes que atendem no Inverno”, da página 72, do livro “Movimento”:
“… A margem do rio desenha-se
com luzes que bruxuleiam
quando caminhas contigo: é inquietação
o que sentes?
Vê se mudas isso em ti.”
 
Como eu gostaria de conseguir mudar a inquietação em mim.

 

 

publicado às 18:20

Pessoa ainda me surpreende

por Amarelinha, em 07.06.22

Já tinha estado várias vezes no espaço de cafetaria da Livraria Bertrand, Chiado, a mais antiga do mundo, como eles gostam que saibamos, e nós gostamos de recordar.

Mas nunca me tinha detido naquela frase de Fernando Pessoa, que encima o painel ali exposto: "Em prosa é mais difícil de se outrar." Encantou-me. Diz tanto sobre os seus heterónimos!

Mas como é que eu nunca tinha lido tal? Surpreendeu-me bastante, que assim fosse.

Hoje pesquisei a frase na internet, e retirei o texto que deixo em imagem, com a sua origem bem visível.

 

Em prosa é mais difícil de se outrar.jpg

publicado às 15:53

Tão bom!

por Amarelinha, em 02.06.22

Ontem, como se eu fosse ainda criança, levaram-me a comer um gelado no Santini. Escolhi quindim e avelã. Digo-vos que há muito tempo não comia um doce que me soubesse tão bem.

Em 2019 fui a Itália. Os gelados que lá comi não eram o que esperava. Sei agora que não é preciso ir tão longe. Bastou-me ir a Carcavelos.

São realmente muito bons!

Santini.jpg

publicado às 16:54


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